sexta-feira, dezembro 26, 2014

Prenda de Natal 2014


Novo Jornal, ed. 361, secção Mutamba 26/Dez/2014      -    Cultura ed. 72, de 27/Dez/2014


Aos respectivos Directores/Editores o meu muito obrigado! (podem aceder aos textos clicando no órgão informativo respectivo)

segunda-feira, novembro 17, 2014

Foi há 39 anos!


Um poema publicado, sob o pseudónimo (literário-poético) Lobitino Almeida Ngola, referente ao Dia Nacional pelo semanário angolano Novo Jornal e sob o destaque «Especial 11 de Novembro»

Pode ser acedido através daqui.

segunda-feira, agosto 18, 2014

Nas pontes do meu Caminho

Braga Bridge, Fall River, MA
“foto ©Jose Filipe Rodrigues


Nas pontes do meu Caminho*

Quando algum ser cretino
se atravessa nas pontes do meu caminho,
impedindo-me de avançar,
não me deixo desanimar.

Eu chego sempre ao meu destino,
ao outro lado,
nem que seja a nado.

Os que me tentaram maltratar,
sem saber,
deram-me bóias para flutuar,
para poder
continuar
a sorrir neste meu viver.


*José Filipe Rodrigues*
(Poeta e contista Angolano – Fall River, MA, USA, 2014)

quarta-feira, abril 23, 2014

Dia Mundial do Livro


Porque hoje, 23 de Abril, é Dia Mundial do Livro, alguns dos meus livros: os 3 ensaios e outros livros com alguns ensaios meus e poesia, este, principalmente, sob a chancela da Folheto editora e das edições do CEMD.

domingo, fevereiro 23, 2014

Os novos corsários

“Os novos piratas marítimos”
(Foto ©Lusa/Açores 9, na Internet)

Os novos corsários*

Agora, que os corsários naufragaram
nos séculos antigos das memórias
ou nas lendas narradas em histórias
de embalar e adormecer as crianças,
são outras as ameaças à segurança,
são novos os perigos que andam no ar
e diferentes as tácticas de guerra,
é tempo de virar as costas ao mar
e de apontar
os canhões para os piratas em terra.

Glossário: este poema é "dedicado" à pirataria marítima em África.

*José Filipe Rodrigues*
*(Poeta e contista Angolano -  Fairhaven, MA, USA, 2008)

Cores

“Cores”
(Foto de ©Eduardo Carvalho)

Cores*

Até na água enlameada,
do buraco da estrada
de alcatrão,
a reflexão
do céu é azulada,
dissipando a cor acastanhada,
barrenta, escura,
que poderia induzir à amargura.
Quem, aqui ao redor,
ainda clama
não haver cor
que se sobreponha à da lama?

*José Filipe Rodrigues*
*(Poeta e contista Angolano Foxboro, MA, USA)

O Rio

“Rio Cuango, Angola”
(Foto ©JMagro)

O Rio*

O Rio corre lentamente,
para o mar
indiferente
ao Inverno que está para chegar.
E na margem
do leito
onde acontece essa viagem
o gêlo vai encontrando jeito
para nascer e aumentar
devagar
até a Primavera o contrariar.

*José Filipe Rodrigues (ou JFR)*
*(Poeta e contista Angolano - Foxboro, Taunton; MA 13, USA)