(imagem da Internet)
E ele acabou…*
E em
A idade o fez aparecer,
tal como uma espiga medrou,
arvorou e ceifou,
mas uma imagem no espelho astuta
o fez, de novo, recrescer.
E em
Depois de avermelhado se afirmar
e em trigo depois se virar,
serodiamente,
com o tempo coabitado,
em cinza se atestou.
E em
Seja carência, afirmação ou moda,
eles os há ostentosos, afilados,
distintos, revertidos ou espetados;
e a todos que o usaram, atestou e honrou.
E em
Se eu, como muitos, o ornei
nele outros se certificaram,
Hitler ou Estaline, Dali ou Gable, entre outros,
arrogantemente o pompearam.
E em
E ao fim destes anos passado
umas vezes, como um precário
outros, declaradamente extasiado,
finalmente numa tarde se vazou.
Durante 40 anos o prezei,
minha cara ornou.
Adeus, cinza bigode, o matei,
um superior lóbulo inocente ficou.
*Lobitino Almeida N’gola*
*(8/Agosto./2011)
Quando se junta uma amálgama de palavras, um conto ou um poema podem sempre emergir.
A sua divulgação fará que não morram esconsos numa escura e funda gaveta. Daí que às minhas palavras quero juntar as de outros que desejem participar. Os meus trabalhos estão publicados sob o pseudónimo: "Lobitino Almeida N'gola". Nas fotos e pinturas cliquem nos nomes e acedam às fontes.








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